Município de Penacova exige rapidez à EDP na resolução de avarias

O município de Penacova expressa o seu veemente  protesto pela falta de soluções demonstrada pela EDP para resolver, em tempo útil e aceitável, a falta de energia elétrica, que está a condicionar de forma muito acentuada a vida das famílias do concelho.

Segundo refere Humberto Oliveira, presidente do município de Penacova, “a economia familiar está em risco, pois os bens alimentares que os cidadãos conservam nos congeladores e frigoríficos estão a degradar-se. E isto é tanto mais grave por estarmos a viver em situação de crise profunda e de emergência social”.

Humberto Oliveira assegura que o seu município “tem feito consecutivas diligências junto de responsáveis da EDP para que se resolva a situação o mais rapidamente possível, tem feito pressão e demonstrado o desagrado em nome de toda a população de Penacova”. Este é um momento em que temos de estar juntos, e teremos de ser solidários uns com os outros”, indica Humberto Oliveira.

O executivo de Penacova tem-se desdobrado em visitas a muitos pontos do concelho fustigados pelo mau tempo e que vivem há vários dias sem energia elétrica. Neste momento, há falta de água em muitos locais do concelho, dado que a bombagem é feita através de energia elétrica, o que inviabiliza que a água chegue às casas e às instalações coletivas. “Muitos pais estão a faltar ao emprego por não terem onde deixar os seus filhos”, acentua Humberto Oliveira.

O município tem contactado creches, instituições da área dos cuidados de saúde e sociais, entre muitas outras. A azáfama é grande, mas só uma empresa pode repor a energia elétrica: a EDP. Para a escola de Figueira de Lorvão já foi enviado o gerador do município, para que a escola possa voltar a abrir, uma vez que está encerrada desde segunda-feira.

Contudo, os relatos dos constrangimentos vão-se amontoando e a EDP continua sem solucionar a falta de energia no concelho. O município, que nada pode fazer, promete acentuar a sua pressão e a manifestação do seu protesto e, segundo Humberto Oliveira, “não daremos descanso à EDP enquanto esta não resolver o que é da sua competência, pois se todos pagamos, e não é pouco, pela conta da eletricidade, é para sermos bem servidos”.

NI/MP

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