O Hotel Penacova e a lenda da lampreia gigante



Encerrado há já algum tempo, o Hotel de Penacova é uma das problemáticas que Humberto Oliveira espera resolver ainda no actual mandato. O tempo já não é muito – as eleições realizam-se em Outubro - mas as ambições do autarca sobre essa matéria mantém-se intactas.
Englobada na estratégia de desenvolvimento, na qual se enquadram a realização dos festivais gastronómicos, a unidade hoteleira terá de ter «uma resolução rápida», sob pena de o espaço «continuar a degradar-se de dia para dia».
Humberto Oliveira revela que «o executivo, em conjunto com os vários accionistas, está a tentar encontrar algum caminho», porque, na verdade, «é uma infra-estrutura que poderia dar uma nova dinâmica ao concelho em termos de turismo.
O edil aceitou, igualmente, aflorar a importância das Comunidades Intermunicipais (CIM) na política de desenvolvimento do território. «As CIM são decisivas porque permitem maior força aos municípios. No caso da criação da CIM Região de Coimbra, que Penacova irá integrar, esta estrutura trará um impulso aos concelhos», reconhece. No entanto, observa, «que as autarquias também têm de fazer o seu papel isoladamente».
Nesta política de desenvolvimento agrupado, Humberto Oliveira dá ênfase «ao papel da Turismo Centro Portugal». 

Lampreia gigante saiu das águas do rio Mondego 
Claro que a notícia não é actual. Muito provavelmente até já passou ao esquecimento. Mas foi verdade. Em Fevereiro de 1908, e de acordo com o texto retirado do blogue penacovaonline2.blogspot.pt, Francisco Guedes pescou em Penacova uma lampreia gigante. As dimensões são de facto completamente anormais: 5,25 metros de comprimento e 58 centímetros de diâmetro. E para que ninguém duvidasse o exemplar esteve exposto na sede do Jornal de Penacova. Também nesses tempos, segundo a mesma fonte, era frequente conseguirem-se grandes pescarias. RB

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