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16 de setembro de 2013

Unidade de Laborins - Cruz Vermelha mais activa no concelho de Penacova

Cerca de meia centena de voluntários assumiu compromisso de honra no dia em que foi inaugurada a nova estrutura operacional de Laborins


O Centro Humanitário Baixo Mondego – Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) tem desde ontem uma nova estrutura, a primeira no concelho de Penacova. Localizada em Laborins, nas instalações da antiga escola primária, conta com a disponibilidade de cerca de 50 voluntários, que ontem juraram servir e cumprir os sete princípios fundamentais da CVP.
Durante a cerimónia solene, presidida pelo coronel Góis Moço em representação do presidente nacional da CVP (Luís Barbosa), o director do Centro Humanitário Baixo Mondego (CHBM) sublinhou a importância de uma estrutura da CVP em Penacova num momento de crise económica, em que sairão reforçadas «a promoção das condições de vida da população em maior vulnerabilidade». Ao recordar acções pontuais em Penacova pelo CHBM, Joaquim Roupa dos Reis perspectivou uma «participação mais activa» com a nova estrutura.
Hoje, disse o responsável, criamos um novo caminho. Presente em quatro concelhos, o CHBM irá continuar a reforçar os seus serviços, procurando mesmo diversificá-los, indo do transporte de doentes, prevenção e reinserção social até, entre outros, ao possível apoio domiciliário, lavandaria social ou ajuda alimentar.
A CVP é, recordou-se, uma instituição de voluntários liderada por voluntários. Antes mesmo das intervenções de circunstância e do juramento, a recruta Caroline Jordão, da estrutura operacional de Carvalhais de Lavos, leu um texto de homenagem ao voluntário, fundamental nos objectivos da CVP. É desejável, observou, que o voluntário seja envolvido, que se reforce a sua responsabilidade, que se sinta parte da Cruz Vermelha mas não apenas uma parte.
O que os voluntários e a CVP não esquecem, e ontem fizeram questão de o demonstrar, é o apoio da comunidade. Com pequenas lembranças agradeceram a ajuda prestada ao CHBM por António Gabriel, Ricardo Fernandes (que não pôde estar presente) e a José Gonçalves, decisivos nas obras das novas instalações de Laborins, inauguradas após a cerimónia de juramento. Perante o estandarte da CVP, os novos voluntários assumiram o compromisso de honra, lido pelo coordenador local de emergência, António Gonçalves. A CVP rege-se por sete princípios fundamentais: Humanidade, Imparcialidade, Neutralidade, Independência, Voluntariado, Unidade e Universalidade. DC

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