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4 de janeiro de 2014

ADESA - Município de Góis assume presidência até 2017


O município de Góis vai assumir a presidência da ADESA – Associação de Desenvolvimento da Serra do Açor, até 2017, altura em que irá encerrar o presente ciclo autárquico. Lurdes Castanheira será, assim, o principal rosto de uma entidade que congrega os municípios de Arganil, Oliveira do Hospital, Góis, Pampilhosa da Serra (município que assume a vice-presidência), Penacova e Tábua e que tem como objecto social, acima de tudo, «a preservação e protecção de todo o espaço florestal da área de intervenção destes concelhos na Serra do Açor», realça Lurdes Castanheira.

No entanto, actualmente a ADESA já «não se limita apenas à questão florestal», uma vez que intervém em áreas «como o ambiente, o desenvolvimento local e a promoção dos produtos endógenos que emanam da floresta», acrescenta a edil de Góis.

A autarca enaltece «o espírito solidário e de parceria» existente entre os seis municípios que constituem esta associação, o qual considera «determinante para o trabalho profícuo que tem vindo a ser desenvolvido desde 1995».

«Vamos entrar num novo paradigma de desenvolvimento na ADESA», frisa Lurdes Castanheira, sublinhando que para 2014 o «orçamento apresentado é ambicioso», tendo em conta que a associação necessita «de renovar o parque de máquinas» que faz a intervenção na área de jurisdição da ADESA e ajuda, «em casos de calamidade», outros concelhos que não fazem parte do território da instituição.

Lurdes Castanheira explica que o parque de máquinas «trabalha em sistema de rotatividade nos seis concelhos e cada município assume as despesas dos operadores e do combustível quando os aparelhos se encontram na sua área de acção ». Contudo, a autarca adianta que «em caso de manutenção as despesas são a dividir pelos seis municípios». «É este aspecto, precisamente, que revela o espírito da associação», diz. Aliás, «é o orçamento destes seis municípios que suporta a ADESA», uma vez que a associação «apenas no Governo de José Sócrates foi contemplada com um subsídio de 150 mil euros », contudo, «teve de assinar um protocolo com o Fundo Florestal que a obrigou a determinadas regras», conclui. 

Texto R.B. e imagem webstudio

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