AD ELO potenciou investimentos de 40 milhões em 20 anos - PENACOVA ACTUAL

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11 de junho de 2014

AD ELO potenciou investimentos de 40 milhões em 20 anos

“Capacidade” e “harmonia” é, de acordo com o que, ontem, afirmou João Moura, igual a “sucesso”.



O presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, a assumir nesta altura também a presidência da AD ELO, falava ontem na cerimónia dos 20 anos da Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego, afirmando acreditar firmemente no “futuro” de um projeto que soube afirmar-se como potenciador no desenvolvimento social e económico de toda uma região e que, em 20 anos, se estendeu de quatro a seis municípios.

Constituída, a 9 de Junho de 1994, por quatro municípios – Cantanhede, Mealhada, Montemor-o-Velho e Penacova –, a que se juntaram mais tarde outros dois – Mira e Vagos –, a AD ELO nasceu para preencher um “vazio” existente nos territórios do Baixo Mondego e Bairrada, então caracterizados como regiões “desenvolvidas” de acordo com os parâmetros de atribuição de apoios comunitários, como ontem explicou Mário Fidalgo, coordenador da equipa técnica da associação.

Certo é que, numa visão “micro”, algumas zonas destes territórios padeciam de problemas tão complicados a nível de desenvolvimento, social e económico, como os concelhos interiores de Góis ou Arganil, por exemplo.

Confiança no próximo QCA


Conseguiu-se então fazer vingar esta tese junto das entidades nacionais e europeias, construindo-se a pouco e pouco uma estrutura – sempre com sede em Cantanhede e a assumir, desde logo, uma presidência em rotatividade pelos municípios associados –, que foi capaz de canalizar para os territórios do Baixo Mondego e Bairrada mais de 40 milhões de euros em investimento direto vindos dos programas integrados nos diversos quadros comunitários de apoio (QCA).

Com “um futuro risonho” pela frente, como sublinhou ontem ainda João Moura, a AD ELO espera agora o mesmo “sucesso” no próximo QCA, a vigorar entre 2014 e 2020. Para tanto, contam não apenas as inúmeras e fundamentais infraestruturas sociais e económicas que conseguiu concretizar, mas também as mais recentes iniciativas de cooperação, nomeadamente com países africanos de língua.

Texto de Lídia Pereira e foto de Luís Crarregã

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