CENTRO CULTURAL - Teatro Experimental de Mortágua apresenta a peça "Fábrica de Nada" - PENACOVA ACTUAL
PUB

ÚLTIMAS

Post Top Ad

6 de fevereiro de 2015

CENTRO CULTURAL - Teatro Experimental de Mortágua apresenta a peça "Fábrica de Nada"


A Companhia de Teatro Experimental de Mortágua apresenta, dia 01 de março, no auditório Municipal de Penacova, a partir das 15 horas, a peça “Fábrica de Nada”.
Fábrica do Nada. Aqui nada se compra, nada se faz, nada se vende, nada se cria, nada se inventa, nada se fabrica. Nada! Meros pensamentos, ideias, interesses e sugestões... NADA!

Uma fábrica de cinzeiros fecha, e os trabalhadores, não querendo ficar desempregados, resolvem continuar a trabalhar numa nova produção: nada. À volta de nada organiza-se tudo, desde a escolha do gerente da fábrica, aos furtos dos produtos e aos tribunais, a mostrar por que caminhos segue esta história.

Estes operários que preferem fazer nada a nada fazer inscrevem-se mais na linha do ‘saber ver quando se vê’ do Alberto Caeiro e do ‘fazer não fazendo’ do Lau Tsu, do que no ‘preferia não o fazer’ do Bartleby. Em lugar da angústia do desaparecimento das coisas e dos seres que a palavra vazia sugere, o vazio que o patrão deixa ao fechar a fábrica permite o vazio do espaço côncavo em que tudo pode acontecer precisamente porque está vazio. Permite a boa projecção do som. E os actores, seguem atentamente o que se vai passando com as vozes.

“FÁBRICA DO NADA” de Judith Herzberg
Comédia – M/12 – 90 minutos
Preço - 2,5 euros

Elenco
Tony Nobre, São Garcia, José Carlos, Anabela Jorge, Luís Coelho, Rita Nobre, Cristóvão Fernandes, Patrícia Lobo, Beatriz Lourenço, Ana Tomás, Gabriela Ferreira
Ficha Técnica
Encenação: Rafaela Santos
Dir. de Cena: António João Lobo
Cenografia: Rafaela Santos
Música: Ana Bento
Luz/Som: António João Lobo
Guarda-Roupa: TEM
Produção: TEM

Breve Historial do TEM

“O TEM – Teatro Experimental de Mortágua, foi idealizado e formado por um grupo de gente jovem da localidade no principio dos anos 70, Março. Com as dificuldades próprias de uma época “fechada” em termos de cultura (situação política/censura), o grupo conseguiu mesmo assim uma acção meritória ao pôr de pé alguns espectáculos que no tempo foram autênticas pedradas no charco e de que se destacam: “A SAPATEIRA PRODIGIOSA”, “UM PEDIDO DE CASAMENTO”, “A INVENÇÃO DO AMOR” e “FESTIM DE BALTAZAR”.

Em 1979, e com a reviravolta política que se operou no país com o 25 de Abril de 1974, foi possível estruturar o Grupo, dando-se a sua oficialização com a escritura pública de 20 de Julho de 1981 e posterior publicação no Diário da República de 03 de Setembro de 1981 (III Série). 

Para além da sua longa actividade a promover e divulgar a cultura em geral, com incidência especial no Teatro, executou 51 produções teatrais (cerca de 800 Espectáculos de Teatro), a maior parte de autores portugueses, que representou nos pontos mais diversos do País, bem como além fronteiras (França e Luxemburgo). 

O TEM assume-se como um grupo inteiramente “AMADOR” dedicando-se em cerca de 75% à itinerância. Nos termos dos Artºs 2º e 3º do Dec. Lei 460/77, 07-01, por despacho de 29-12-87 do Primeiro - Ministro Prof. Cavaco Silva e publicação no Diário da República – II série de 13-01-1988, o TEM conquistou o estatuto de Associação de Utilidade Pública. 

Em Abril de 1999, com a peça “SALOMÉ”, foi galardoado com o prémio produção artística – teatro, no 7º aniversário da revista ANIM’ARTE.

Em Maio de 2001, ano em que comemorou os 20 anos de actividade ininterrupta, foi-lhe atribuída a medalha de Ouro de mérito Municipal na área da Cultura/Teatro.

Em Março de 2006 foi o vencedor do II Festival Nacional de Teatro de Amadores – Póvoa de Lanhoso, com a peça “Joana D’Arc” tendo sido galardoado com 4 prémios: melhores Encenação, Espectáculo, Cenografia e Luminotecnia.

Em Março de 2010 foi galardoado com o Prémio do Público – Melhor Espectáculo, ao participar com a peça “O Pecado de João Agonia” no CALE-se 4 – Festival Internacional de Teatro de Amadores.

Em Dezembro de 2011 foi galardoado em Proença- a-Nova com o prémio " O melhor Guarda-Roupa", com a peça "O Pecado de João Agonia". 

Outras Referências:
Foi sócio da APTA – Associação Portuguesa de Teatro Amador, tendo feito parte dos Órgãos Sociais (já extinta).
É Sócio fundador do Centro Cultural Distrital de Viseu (Teatro Mirita Casimiro), e faz parte dos Órgãos Sociais.
É Sócio fundador da ADICES – Associação de Desenvolvimento e Iniciativas Culturais e Sociais, e faz parte dos Órgãos Sociais.
É Sócio fundador do Centro de Animação Cultural de Mortágua (Teatro Clube), e faz parte dos Órgãos Sociais.
É CCD da Fundação INATEL com o nº. 3173.
Foi Sócio fundador da ANTA – Associação Nacional de Teatro de Amadores (entretanto extinta).
É Sócio fundador da FPTA – Federação Portuguesa de Teatro.