ANIVERSÁRIO - Ordem dos Templários reúne no Mosteiro Santa Maria do Lorvão


Conhecer “in loco” a história do Lorvão e do seu «imponente Mosteiro» foram dois dos motivos que levaram a Comendadoria de Coimbra da Rainha Santa Isabel da Ordem dos Templários a escolher a vila do concelho de Penacova para comemorar o seu 18.º aniversário. O evento está marcado para amanhã.

O programa tem início marcado para as 11h30, com a recepção e boas-vindas em frente ao Mosteiro de Lorvão, segue-se a celebração da missa, pelas 12h30, na Igreja do Mosteiro de Lorvão, presidida pelo padre Manuel Lopes Botelho, vice-grão mestre e capelão da Ordem dos Templários. Terminada a cerimónia, realiza-se uma visita guiada ao museu, cadeiral e órgão da Igreja do Mosteiro de Lorvão, recentemente recuperado.

Os membros da Ordem dos Templários vão manter-se, durante o almoço, dentro do espaço emblemático monumento, uma vez que a refeição é servida na ala do Mosteiro. E é também o Mosteiro de Lorvão que vai inspirar as intervenções que se seguem, a partir das 15h30.

Com efeito, José Rodrigues Pisco e Fábio Nogueira, dois reputados especialistas e estudiosos desta temática, vão falar sobre “O Mosteiro de Lorvão, dos seus primórdios aos nossos dias”, numa viagem por uma história de séculos, onde não faltam curiosidades e “estórias” de encantar.

O programa conta, ainda, com uma segunda interven- ção, a cargo do grã-cruz Mário Simões Dias, autos de mais de meia centenas de obras, muitas das quais dedicadas à causa dos templários. “Espiritualidade templária segundo S. Bernardo (1090-1153), patrono da ordem do Templo” é o tema que o orador vai desenvolver.

O programa inclui mais um momento, que promete ser particularmente emocionante. Isto porque este encontro comemorativo dos 18 anos da Comendadoria de Coimbra da Rainha Santa Isabel da Ordem dos Templários vai incluir a apresentação do mais recente número dos “Cadernos Templários”, referente a Julho, inteiramente dedicado a Claudino Marques. Um documento que reúne um conjunto de testemunhos de homenagem ao comendador-delegado, falecido em Fevereiro de 2013, considerado «um exemplo de entrega à ordem do Templo» e de concretização «do ideal templário da entreajuda e da elevação espiritual do ser humano».

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