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2 de julho de 2015

POLÍTICA - PS nega pagamento ilegal a autarca socialista

A O PS de Penacova negou um alegado pagamento ilegal de quase oito mil euros que, segundo o PSD local, foi feito pela Câmara Municipal a uma empresa detida por um autarca da maioria socialista.

«O pagamento do valor à Sociedade Palmeira de Penacova, no total de 7.884 euros, deliberado na última reunião de Câmara, é referente à compra do recheio do quiosque adquirido pela empresa, em 2012, no valor de 1.634 euros, e da estrutura anteriormente existente no centro da vila e retirado aquando das obras de regeneração urbana e pertencente à dita sociedade, avaliado em 6.250 euros», afirma em comunicado a Comissão Política Concelhia do PS.

Na semana passada, também em comunicado, a Comissão Política local do PSD acusou a autarquia, liderada por Humberto Oliveira, do PS, de praticar um acto «ilegal, ilegítimo e promíscuo» ao fazer aquele pagamento.

Com votos contra do PSD, o executivo municipal de Penacova, «deliberou pagar, a título de indemnização, o valor de 7.884 euros a uma empresa detida por um dirigente e deputado municipal» do partido no poder, «sem que o assunto constasse da ordem de trabalhos» da sessão, segundo a oposição social-democrata.

«É preciso repor a verdade e desmentir as inverdades levantadas pelo recente comunicado do PSD», refutou hoje o PS.

Os valores pagos à Sociedade Palmeira de Penacova «resultam de uma avaliação feita por uma empresa externa à Câmara e consubstanciada por um parecer elaborado por uma jurista que há mais de 30 anos presta serviços no município de Penacova, quer com o PSD, quer com o PS» na presidência, acrescentou.

Na mesma reunião de autarquia, adianta a nota, assinada pelo líder local dos socialistas, Ricardo Simões, «foi deliberado que a Sociedade Palmeira de Penacova teria de efectuar o pagamento das rendas em atraso, no valor de 897 euros, ao município». «Logo aqui se vê que o PSD de Penacova não está neste processo de boa-fé, uma vez que refere no seu comunicado que as rendas foram perdoadas», refere Ricardo Simões.

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