PENACOVENSES ILUSTRES - Américo Figueiredo tomou posse como Professor Catedrático da Universidade de Coimbra - PENACOVA ACTUAL

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21 de fevereiro de 2016

PENACOVENSES ILUSTRES - Américo Figueiredo tomou posse como Professor Catedrático da Universidade de Coimbra



«Um misto de conquista e dádiva». Foi com este sentimento que Américo Figueiredo tomou posse, esta sexta-feira, como professor Catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), a quem prometeu continuar a dar «o melhor das capacidades, trabalho e dedicação».

«Conquista porque é árduo o trabalho e muito longo o caminho percorrido da minha S. Pedro de Alva (Penacova) natal até este momento solene. Dádiva porque só foi possível com a ajuda de muitos», afirmou Américo Figueiredo durante a cerimónia de tomada de posse, que decorreu na Sala do Senado.

Alguns deles, como Carrington da Costa, já falecido, mas também Alberto Rocha Brito, Augusto Vaz Serra, Mário Trincão, José Espírito Santo foram referidos por Américo Figueiredo durante a cerimónia, na qual destacou «a honra» de suceder a Poiares Baptista, que esteve presente na cerimónia, e que o novo professor Catedrático da FMUC considerou «um marco de prestígio profissional, posicionamento ético, sentido institucional e grande humanidade».

Ser professor Catedrático exigirá de Américo Figueiredo «uma prestação qualificada e virtuosa para o futuro», contando, para isso, com uma «equipa multidisciplinar de grande qualidade», um «grupo altamente competitivo mas igualmente solidário» que tem resultados para apresentar, afirmou o professor de Dermatologia da Faculdade de Medicina e director do Serviço de Dermatologia e Venereologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).

O novo Catedrático recordou que há, actualmente, na sua equipa, quatro doutorados e três estudantes de doutoramento, com um artigo publicado, por mês, em revistas internacionais. Já no que respeita ao CHUC: junta-se às «26 mil consultas, as 650 hospitalizações, os mais de três mil procedimentos terapêuticos por ano e as cerca de 750 intervenções cirúrgicas de um corpo clínico que, como sublinhou, terá «dentro de três anos, mais de metade dos médicos dermatologistas» doutorados.

«É uma forma subtil, mas objectiva de tornar este centro hospitalar um espaço universitário», continuou Américo Figueiredo, que é, neste momento, vice-presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, liderada por Carlos Cortes e membro do Conselho Nacional Executivo do bastonário, José Manuel Silva.

Fonte | Diário de Coimbra