PREVENÇÃO - PSP e GNR zelam pela segurança da sua residência em férias


Com a criminalidade a registar sempre números crescentes, sobretudo em relação a furtos em residências, as forças de segurança chamam a atenção dos cidadãos para a necessidade de prevenir, especialmente em tempo de férias. Assim, a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Guarda Nacional Republicana (GNR), dependendo da área de residência, disponibilizam programas especiais de vigilância num período que vai de 1 de julho a 15 de setembro.

Para além dos conselhos úteis que deixam a todos os cidadãos e que valem ainda para a presença regular na residência, as forças de segurança possibilitam então a vigilância frequente. Se assim o entender, a PSP ou a GNR asseguram, nos meses de julho, agosto e setembro e “no quadro das suas missões habituais de patrulha, passagens frequentes ao seu domicílio durante a sua ausência”. Para obter este serviço específico de vigilância, basta dirigir-se ao departamento policial mais próximo da sua residência.

Se não pensa ausentar-se em férias, as forças de segurança solicitam o seu apoio na proteção da residência e dos bens dos seus vizinhos: se for testemunha de um crime ou se presenciar algum facto anormal na casa dos seus vizinhos ausentes, não manifeste a sua presen- ça, mas alerte sem demora a PSP ou a GNR.

Desta forma, avançam as autoridades, “é possível auxiliar os cidadãos a gozarem as férias mais tranquilamente”, sendo que o serviço especial de vigilância, que pode e deve ser solicitado por todos os que se ausentarem da sua residência em gozo de férias, deve ser solicitado até 48 horas úteis antes.

Para tal, basta deslocar-se à esquadra mais próxima da área da residência e preencher um formulário específico. Juntamente com o requerimento, alertam as autoridades, deverá apresentar um comprovativo de identidade (BI ou cartão de cidadão) e também da morada, como por exemplo o último recibo da luz ou do telefone.

No período determinado, a PSP ou a GNR promovem a vigilância das residências, alertando de imediato o proprietário em caso de anomalia.

Lídia Pereira – Diário As Beiras

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