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31 de agosto de 2016

DECO - Todo o calçado e vestuário é seguro?

Todos os anos, são registados, mundialmente, acidentes causados por vestuário para criança não adequado. Estes acidentes tem consequências graves, podendo ser por vezes fatais. 

O mês de Setembro chegou e trouxe consigo a preocupação do início de um novo ano letivo. É a hora de comprar, livros, cadernos, lápis, mochilas e também roupa e calçado, pois como sabemos os pequeninos crescem muito depressa. É a altura exata para organizar o guarda-roupa das crianças e verificar o que serve, o que pode ser passado para os irmãos, familiares ou amigos mais novos e o que precisa de ser comprado. 

Todos os anos são registados acidentes relacionados por cordões fixos e deslizantes no vestuário das crianças, alguns graves e fatais, assim ao comprar não se esqueça da componente da segurança. 

Em crianças até aos 7 anos de idade os cordões que se encontram na zona do pescoço ou no capuz, podem ficar presos em vários locais, entre outros, em triciclos, escorregas, portas, peças de mobiliário, o que representa perigo para a criança como por exemplo estrangulamento. 

Ao comprar para crianças dos 7 aos 14 anos também é necessário ter alguns cuidados. Os cordões situados na zona da cintura e bainhas inferiores da roupa podem ficar presos a vários equipamentos de jogos ou veículos em movimento como por exemplo elevadores, portas de automóveis, autocarros, bicicletas, o que pode provocar ferimentos graves, quer por atropelamento como por arrastamento. 

O calçado não deve ser esquecido. Regularmente devemos verificar se o calçado ainda serve e se possuem espaço suficiente para o pé crescer de uma forma saudável. Assim, na hora da compra, tal como a Direção Geral do Consumidor, recomendamos que a criança experimente o calçado e ande pela loja durante alguns minutos, pergunte à criança se sente o calçado apertado (não se esqueça que o calçado apertado pode deformar os pés), e por fim verifique se existem irregularidades (nós, costuras, etc.) que possam causar desconforto ou algum tipo de lesão.

Melanie Magalhães

DECO Coimbra


Os leitores interessados em obter esclarecimentos relacionados com o Direito do Consumo, bem como apresentar eventuais problemas ou situações, podem recorrer ao Gabinete de Apoio ao Consumidor da DECO, bastando, para isso, escreverem para a DECO – Rua Padre Estêvão Cabral, 79-5º, Sala 504-3000-317 Coimbra.

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