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17 de maio de 2017

PREVENÇÃO - GNR reforça acções de vigilância para evitar incêndios


A GNR indicou ontem que reforçou, em todo o país, as acções de patrulhamento, vigilância e fiscalização das zonas florestais para prevenir e detectar o aparecimento de incêndios florestais e evitar comportamentos de risco.

Para a “Operação Floresta Segura 2017”, que se realiza até 31 de Outubro, a GNR mobilizou o Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro (GIPS), para acções de primeira intervenção no combate aos fogos, e o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), que garante a validação, medição das áreas ardidas e investigação das causas dos incêndios florestais.

Em comunicado, a Guarda Nacional Republicana refere também que, no âmbito do combate aos incêndios florestais, os militares da corporação vão estar empenhados em acções de vigilância móvel com vista à prevenção e detecção de incêndios.

Integrada no Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF) para 2017, a GNR tem activa a rede nacional de 236 postos de vigia.

Nesta operação participam ainda militares e civis das unidades territoriais e ainda de outras valências, nomeadamente da Unidade Nacional de Trânsito, da Unidade de Controlo Costeiro e da Unidade de Intervenção.

A época oficial de incêndios florestais começou na segunda-feira com a fase Bravo, a segunda mais crítica, e vai mobilizar, até 30 de Junho, 1.561 equipas compostas por 6.607 operacionais e 1.514 viaturas, além de 32 meios aéreos e 72 postos de vigia da GNR, segundo o DECIF.

A época de incêndios termina a 15 de Outubro e os meios de combate estarão na sua capacidade máxima entre 1 de Julho e 30 de setembro, a chamada “fase Charlie”. Para esta fase, considerada a mais crítica, vão estar envolvidos 9.740 operacionais e 2.065 viaturas, apoiados por 48 meios aéreos e 236 postos de vigia.

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