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1 de novembro de 2017

SOLIDARIEDADE - Missão Humanitária à Ilha de SOGA


Mais uma vez, membros da Associação S.O.G.A. de Portugal formaram uma comitiva e voaram rumo à Guiné-Bissau durante o mês de agosto.

Este ano a equipa foi composta por quatro elementos: Michael Gorne, Presidente da associação e professor de Religião e Moral, Henrique Pinhel, estudante de Direito e membro da Organização dos Estudantes Guineenses em Coimbra, Catarina Quadros, mestre em Psicologia e membro do Núcleo de Estudantes de Psicologia, Ciências da Educação e Serviço Social da Associação Académica de Coimbra, e Diogo Morais, estudante de Medicina Dentária e bombeiro nos Bombeiros Voluntários de Mira. Em conjunto com os elementos guineenses da Associação, estes quatro e multifacetados viajantes deram vida à missão humanitária S.O.G.A 2017.

A Missão foi dividida em três fases. 

Numa primeira fase, os viajantes permaneceram uma semana em Bissau. Aí realizaram-se encontros entre os membros portugueses e guineenses da associação e procedeu-se à necessária avaliação dos projetos desenvolvidos, identificação das dificuldades sentidas e respetivas resoluções e planeamento de trabalhos futuros. 

No decorrer dos primeiros dias, os viajantes aproveitaram para se encontrar com diversas entidades e associações guineenses, de modo a dar a conhecer a ilha de Soga e o isolamento a que está votada, as carências existentes e os projetos idealizados pela associação para aquele local e população. 

Na segunda semana, a comitiva dirigiu-se para a ilha de Soga, nos Bijagós e, seguindo a metodologia de anos anteriores, marcou reuniões de trabalho com diferentes grupos da população (as mulheres, os responsáveis máximos da associação na ilha, os jovens da “Nova Geração”, os régulos, entre outros). Estas reuniões serviram para fazer uma avaliação da obra feita, diagnosticar as dificuldades sentidas e tentar encontrar formas de as solucionar. 

Definiu-se, em conjunto, o programa de trabalhos a desenvolver ao longo da estadia dos viajantes na ilha e foram estabelecidas algumas prioridades de acordo com a avaliação previamente feita. Estas tarefas, cuja execução foi considerada prioritária pelos diversos grupos de trabalho, visavam resolver as principais dificuldades da população. 

Ao longo da semana, os voluntários foram contribuindo para a evolução e crescimento dos vários projetos que a associação tem em curso na ilha, dando especial atenção às áreas consideradas prioritárias. A saber: educação, sustentabilidade, saúde e capacitação das mulheres.  

Foram dias de uma profunda vivência em comunidade, de estreitamento de relações de amizade e de trabalho, de discussão frutífera de problemas e de estabelecimento de soluções.

Na terceira e última semana, a missão deu continuidade ao trabalho iniciado na primeira fase, havendo espaço para mais reuniões, com diferentes parceiros e entidades, que procuravam  dar maior solidez e maturidade a este projeto de Vida. 

A Missão Humanitária 2017 foi considerada um sucesso por quantos a acompanharam, tanto de perto, como de longe. População de Soga e voluntários que ficaram em Portugal concordam em afirmar que os objetivos pré-estabelecidos foram alcançados com êxito e que ainda houve oportunidade para lançar a semente para novos projetos que se esperam tão ou mais bem-sucedidos que os anteriores. 

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