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PATRIMÓNIO NATURAL - Rios e Ribeiros da Região de Coimbra vão receber sinalética informativa

Os “corredores naturais” existentes na região Centro, como são os rios Mondego, Ceira e Alva, e outros, de menor dimensão, em serras como o Buçaco e a Lousã, “poderão ser valorizados e ombrear com os melhores ativos naturais da Europa” na área do turismo.
Queda de Água - Ribeira de Arcos - Foto de João Marques Fernandes

Os “corredores naturais” existentes na região Centro, como são os rios Mondego, Ceira e Alva, e outros, de menor dimensão, em serras como o Buçaco e a Lousã, “poderão ser valorizados e ombrear com os melhores ativos naturais da Europa” na área do turismo.

Os Serviços de Comunicação, Imagem e Relações Públicas da Universidade de Aveiro (UA) informam, em comunicado, que se trata de uma encomenda da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM-RC). Assim, uma equipa de especialistas “tem vindo a percorrer os corredores naturais dos concelhos que integram a comunidade, para os salvaguardar e preparar para a promoção turística”.

O objetivo do trabalho multidisciplinar dos investigadores é “contribuir para uma maior retenção de fluxos turísticos”, afirma Jorge Brito, secretário executivo CIM-RC, citado pelos serviços universitários.

A equipa – que integra valências de biologia, turismo e, nos casos em que for necessário, património edificado – está a avaliar a sinalética, nos casos em que existe ou, não existindo e quando se justifique, propor nova sinalética com a informação relevante para o local. As estruturas podem surgir na forma de painéis verticais ou de mesas informativas, ou ainda de painéis à beira das vias de maior afluência, refere a fonte. Os suportes informativos também terão a forma de mapas, guias/desdobráveis e brochuras. Na conceção de todos estes suportes informativos é central a área de design.

As múltiplas valências da Universidade de Aveiro e a sua fácil integração; bem como a forte implantação do seu trabalho no território, permitem cumprir com eficácia estas tarefas de valorização dos vários tipos de património: paisagem, fauna, flora e construções”, sublinha Carlos Fonseca, professor do Departamento de Biologia (DBio) da UA e coordenador geral da equipa.

António Rosado – Diário As Beiras (texto)



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